Clínicas Adequadas e Documentadas ao Tratamento da Dependência Química

Clínicas Adequadas e Documentadas ao Tratamento da Dependência Química

Clínicas Adequadas e Documentadas ao Tratamento da Dependência Química

Por - quinta, 18 de Julho de 2019 - 473

Quando um dependente químico precisar deixar o convívio social por algum tempo predeterminado, recomenda-se uma internação em uma clínica adequada.

A internação pode ser consentida, quando o dependente a procura por vontade própria ou a compulsória, quando não há vontade própria, e é efetivada a pedido da família ou responsável, ou de servidor público da área da saúde, da assistência social ou de órgãos públicos integrantes do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas, com exceção de servidores da segurança pública.

Na clínica, o dependente tem a assistência de uma equipe médica e participa de atividades com profissionais capacitados para proporcionar melhorias físicas e mentais. A internação clínica utiliza medicamentos no controle da abstinência.

A clínica adequada é aquela que obedece a Lei Federal específica, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e que regula também as internações de dependentes químicos.

A lei prevê os direitos dos pacientes que são levados à internação, consentida, involuntária ou compulsória, e os deveres das instituições que atuam, principalmente, no mercado privado de exploração deste ramo, para com os seus acolhidos.

São direitos dos pacientes:

I - ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades;

II - ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade;

III - ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração;

IV - ter garantia de sigilo nas informações prestadas;

V - ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de sua hospitalização involuntária;

V - ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis;

VI - receber o maior número de informações a respeito de sua doença e de seu tratamento;

VII - ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos possíveis;

VIII - ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental.

Basicamente, os documentos necessários para a internação são:

  • Cópia de Carteira de Identidade e CPF, de quem quer mandar internar;
  • Documento que comprove a renda do mesmo;
  • Comprovante de Residência;
  • Certidão de Nascimento ou Casamento, de quem quer mandar internar;
  • Certidão de Nascimento ou Casamento, da pessoa que vai ser internada;
  • Atestado Médico atualizado, onde o mesmo contenha o tipo de doença com o CID, contendo a necessidade de se internar o paciente.

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